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Justiça derruba manobra da oposição e autoriza retomada imediata das obras da ETE de correntina

 


Decisão desmascara tentativa de boicote liderada por grupo político que colocou em

risco R$ 12 milhões em investimentos e a despoluição do Rio Correntina.

CORRENTINA (BA) – A verdade prevaleceu e o trabalho venceu a perseguição política. A

Prefeitura Municipal de Correntina comunica que a Justiça Federal da 1ª Região, em

decisão proferida no dia 19 de dezembro de 2025 , revogou a liminar que mantinha

paralisadas as obras do Sistema de Esgotamento Sanitário (ETE) do município. A sentença

do juiz federal Wilton Sobrinho da Silva não apenas autoriza o retorno das máquinas, mas

desmonta a narrativa irresponsável criada por adversários que tentaram, a todo custo,

impedir o progresso da cidade.

A obra, vital para a saúde pública e para a salvação do Rio Correntina, foi alvo de uma

tentativa clara de sabotagem travestida de Ação Popular. O processo foi movido por

Carlos Alberto Pereira Barbosa ("Carlinhos de Ezequiel") , figura carimbada da

oposição e filho de ex-gestor, que preferiu acionar a justiça para travar um benefício de R$

12,29 milhões a ver a atual administração entregar uma obra histórica para a população.

A Política do "Quanto Pior, Melhor"

A ação da oposição paralisou a obra em setembro, gerando prejuízos incalculáveis e

colocando o município sob o risco real de perder os recursos federais da Agência Peixe

Vivo. A "denúncia" vazia de Carlinhos questionava a correção de rumos feita pela atual

gestão, que anulou uma licitação anterior cheia de vícios e lançou um novo edital

(Concorrência 005/2025) para garantir segurança jurídica e técnica.

A Justiça Federal, ao analisar os fatos com profundidade — e apoiada em parecer

contundente do Ministério Público Federal (MPF) — reconheceu que a atitude da

Prefeitura foi correta e necessária. O MPF foi taxativo ao afirmar que a gestão municipal

agiu em "autotutela" para evitar a perda de oportunidades e recursos, e que o interesse

público deve estar acima de interesses menores.

O magistrado entendeu que manter a obra parada, como desejava o autor da ação, seria

condenar a cidade ao atraso. A decisão judicial destaca que "a mera expectativa de direito

não pode se sobrepor (...) à continuidade e eficiência do serviço público".

Vitória do Povo

Ficou provado que a gestão municipal agiu para salvar o convênio que estava ameaçado

pelas irregularidades deixadas no passado. Ao tentar embargar a obra, a oposição

demonstrou não se importar com o esgoto a céu aberto que corre nos bairros Ranchão,

Praça do Bazu e Sete Ilhas, nem com a poluição do nosso rio. O objetivo era puramente

eleitoreiro: prejudicar a gestão, mesmo que isso custasse o bem-estar de 30 mil habitantes.

Com a decisão, a Construtora Kazza já está autorizada a retomar o canteiro de obras

imediatamente. A Prefeitura de Correntina reafirma que não cederá a pressões ou

manobras jurídicas de quem joga contra a cidade. O saneamento básico vai acontecer, o rio

será despoluído e a verdade continuará vencendo a mentira.






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