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Manejo integrado e boas práticas agrícolas

 



A cigarrinha-do-milho possui alta capacidade de reprodução e dispersão. Presente em todas as regiões do País, é uma espécie de difícil manejo. O controle biológico com fungos entomopatogênicos, inimigos naturais da praga, tem se mostrado uma alternativa de manejo a ser associada ao controle químico e uma opção importante para o sistema, uma vez que algumas populações de cigarrinha-do-milho já apresentam resistência a certos grupos de inseticidas.

Uma vez que o controle baseado exclusivamente em inseticidas químicos é insuficiente, a pesquisa recomenda a adoção de um conjunto de práticas:

- Eliminação do milho tiguera (plantas voluntárias que surgem na entressafra pela perda de grãos na colheita e no transporte): quebra o ciclo de vida do vetor e do patógeno.

- Sincronização do plantio: evita janelas de semeadura longas que favorecem a dispersão da cigarrinha entre as lavouras.

- Uso de cultivares resistentes ou tolerantes mantém níveis elevados de produtividade mesmo sob pressão das doenças.

- Manejo inicial com aplicação de controle químico e biológico nos estádios iniciais da planta (até V8): previne que a infecção cause danos mais severos.

- Monitoramento: implica vigilância constante e coordenada entre produtores vizinhos.

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