Os resultados acendem um alerta: o adoecimento da categoria não pode ser tratado como uma questão individual.
Depressão, estresse, insônia, ansiedade, assédio moral, cyberbullying, sobrecarga e falta de apoio aparecem em um cotidiano profissional marcado por jornadas extensas, precarização e pressão permanente.
Mais do que revelar números, a pesquisa mostra que as condições em que trabalhamos também determinam nossa saúde.
Para a FENAJ, esses resultados são fundamentais para fortalecer a luta por ambientes de trabalho mais seguros e saudáveis, pela prevenção dos riscos psicossociais e pela efetiva aplicação da NR-1.
Defender a saúde mental de quem faz jornalismo é também defender um jornalismo livre, ético e de qualidade
