Jusmari relatou que o caso provoca indignação não apenas pela violência física ocorrida, mas pelo simbolismo cruel de que mais uma mulher foi desrespeitada enquanto exercia suas funções profissionais. “Quando características identitárias ou posicionamentos políticos são usados para atacar, diminuir ou justificar violências contra mulheres, ultrapassa-se o limite do debate democrático e adentra-se o campo da intolerância e da discriminação. A ideologia política não pode se sobrepor à dignidade feminina, nem servir de instrumento para reforçar preconceitos ou legitimar agressões”, destacou.
A presidente da Comissão de Saúde da ALBA frisou que esse tipo de situação reforça a necessidade permanente de enfrentar todas as formas de violência de gênero ainda presentes na sociedade. “Não podemos aceitar que mulheres sejam silenciadas, intimidadas ou violentadas em espaços públicos ou privados. É preciso romper, de forma definitiva, com a cultura da opressão e do machismo, legislando, defendendo e cumprindo medidas que garantam o direito da mulher sobre o seu corpo e sobre a sua autonomia”, observou a deputada.
Por fim, a parlamentar manifestou sua solidariedade e respeito à trabalhadora e a todas as mulheres que diariamente enfrentam situações de violência, constrangimento e intimidação. “Reafirmo meu compromisso com a defesa dos direitos das mulheres e com a construção de uma sociedade baseada na igualdade e na justiça”, concluiu a deputada Jusmari Oliveira, garantindo que “a violência contra a mulher é crime e precisa ser combatida com firmeza”.
Reportagem: Nivaldo Costa
Edição: Divo Araújo
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